O @Purosso não para com seu novo canal, o #TattoodoErrado e não é pra menos, os vídeos são ótimos e não te como não curtir. No vídeo dessa semana ele termina com uma piada daquelas!
Não esqueçam de seguir @Purosso e de assinar o #TattoodoErrado no Youtube.
Saiu esta semana o segundo episódio da Websérie Tattoo ID, uma web série em parceria com a Trunkshot Studios que mostrará o cotidiano e o que pensam os tatuadores brasileiros sobre seu trabalho, sobre a tatuagem e sobre a arte corporal. No segundo episódio, conheceremos um pouco do tatuador Rodrigo Salomão, do estúdio Color Factory, em Curitiba.
Para quem não viu o primeiro Tattoo ID, é só clicar.
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Tattoodo Errado – Episódio 4
O amigo @Purosso lançou mais um episódio do seu vlog, o #TattoodoErrado. Confiram o que esse tatuado muito louco tem a falar sobre preconceito:
Não esqueçam de seguir @Purosso e de assinar o #TattoodoErrado no Youtube.
Já falei aqui do amigo @Purosso, meu amigo rabiscado de Curitiba. Agora venho mostrar para vocês o novo projeto desse louco, o vlog Tattoo Do Errado onde ele fala de maneira descontraída e bem humorada sobre coisas simples da vida:
Episódio 1 do Vlog Tattoo Do Errado
E abaixo o episódio mais recente do Tattoo Do Errado onde o @Purosso bate um papo com o criador do Tambler Hétero:
Eu particularmente morro de rir com os vídeos, ainda mais por conhecer o @Purosso pessoalmente e saber que ele é DESTE EXATO JEITO, antão espero que curtam.
Hoje estréia a websérie Tattoo ID, uma parceria do Tinta na Pele com a Trunkshot Studios. A cada episódio serão mostrados tatuadores e seus estúdios, além de um pouco da sua história e visão da tatuagem como arte e cultura. No primeiro episódio, são expostos o trabalho e visão de Marco Teixeira sobre Tattoo Art, bem como a visão de Jo Maciel sobre seu trabalho de administração do Estudio e Galeria Teix.
Tattoo ID é um projeto que visa tirar da tatuagem e dos seus profissionais os estigmas de marginalidade que membros conservadores da sociedade impõem. Diga não ao preconceito e apoie esta causa!
Um vídeo chocante está rodando a internet hoje. No vídeo, uma mulher segura o filho, ainda criança, enquanto um tatuador tatua o braço do menino.
O vídeo é chocante pelos gritos da criança misturados com risadas e música eletrônica. A atitude da mãe e do “Profissional” são ilegais pois não é permitido por lei que um menor de 18 anos receba uma tatuagem, sendo isto considerado ato de Lesão Corporal.
Abaixo o vídeo, lembrando que são imagens fortes.
A Intenze, é uma fabricante de tintas para tatuagem (pigmento vegetal) nos EUA. Recentemente eles ganharam muito destaque com o vídeo “Its Your Skin” (É a sua pele) onde com um discurso curto e objetivo, diz mais do que o que todo tatuado pensa, diz o que qualquer pessoa livre pensa, sente e como o mundo de hoje tenta nos tomar nossa identidade. Veja o vídeo abaixo e se emocione com esta linda mensagem:
Rick Genest é uma das figuras mais famosas entre as pessoas mais modificadas do mundo. Com sua tatuagem em forma de corpo humano em decomposição cobrindo a maior parte de seu corpo ele ganhou o apelido de Zombie Boy e indo contra todos os padrões da sociedade e da estética o rapaz (natural do Canadá) é modelo e já desfilou em grandes circuitos de moda, inclusive no São Paulo Fashion Week. O Zombie Boy nasceu no dia 7 de agosto de 1985 e esperou até os 16 anos para fazer sua primeira tatuagem em respeito aos seus pais. Com 17 anos ele terminou o colegial e foi morar sozinho, o processo de transformação em um “cadáver” começou quando ele tinha 21 anos e procurou o artista Frank Lewis, responsável por criar a maior parte de suas tatuagens. O processo durou mais que 6 anos e Rick gastou muito dinheiro no que considera ser uma obra de arte, concebida por ele para retratar “o corpo humano como um corpo em decomposição, a arte de um cadáver apodrecendo”, e também um “tributo aos filmes de horror”, seu gênero favorito. Ele tornou-se uma figura popular no cenário underground de Montreal, mas passou por dificuldades financeiras e acabou se tornando um sem-teto.
Em 5 de março de 2010, uma página do Facebook foi criada sobre a escolha inusitada de Rick por suas tatuagens. A página chegou a ter mais de 1,5 milhões de membros, e culminou com a descoberta de Rick por Nicola Formichetti, diretor de moda de Lady Gaga.
Em 19 de janeiro de 2011, Rick apareceu na coleção outono/inverno masculina da Mugler como modelo principal. O desfile não havia sido originalmente planejado e foi, de fato, resultado da descoberta de Rick por Formichetti e subsequente promoção por Lady Gaga. A descoberta de Rick também provocou um desfile do próprio Formichetti. A apresentação foi acompanhada de um vídeo de Rick produzido pelo fotógrafo de moda Mariano Vivanco. Rick ainda apareceu ao lado de Lady Gaga no desfile da coleção outono/inverno feminina do mesmo ano. (Wikipédia)
Abaixo segue uma seleção de 130 imagens e GIFs animados com o Zombie Boy para quem é fã ou quem não é virar:
Para quem não sabe, tem sido comum na Rússia as pessoas tatuarem seus gatos, especialmente os da raça Sphynx, que é uma raça sem pêlos no corpo, o que dá a pele do animal um aspecto mais semelhante ao da pele humana. Essa semana, um tatuador de 24 anos resolveu que iria tatuar a frase “Carpe Diem” em seu Sphynx, fazendo assim uma réplica da tatuagem que ele mesmo tem no peito. Para o procedimento, o animal foi sedado e acompanhado por uma veterinária durante todo o processo, veja abaixo fotos e o vídeo do gato sendo tatuado.
Estava navegando pela internet e encontrei o canal Piercing Fail no Youtube que simplesmente lista vários erros e falhas durante a colocação de piercings e outras modificações que exigem perfurações, como a suspensão por exemplo. No vídeo abaixo temos um erro dos bem cabeludos, pois uma mulher está colocando um Nostril (perfuração nas bordas das narinas) com uma pistola de farmácia, dessas que aplica a pressão na perfuração mais do que a qualidade da agulha em si. O uso de catéters e agulhas diretas é mais adequado por serem longas e darem mais controle, além do fato de que com elas a perfuração é mais suave e menos agressiva do que o simples ‘disparo’ da agulha contra a pele.
Além do uso da ferramenta errada, a pessoa que faz a equivocada perfuração não está usando luvas. Só podia dar errado mesmo:
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